quarta-feira, 27 de maio de 2015

Julgando o livro pela capa

Por Pedro Humangous

Algo vem me incomodando há bastante tempo nas bandas de Melodic e Power Metal: as capas.
Sim, as capas. Mas será que alguém liga para isso?

Já dizia o velho ditado: “não julgue um livro pela capa”.

Mas em tempos modernos, onde é tudo consumido em frações de segundo, onde a venda do material físico praticamente inexiste e um tsunami de bandas invade sua tela a cada dia, como ignorar esse diferencial que é a identidade do disco?

Já foi comprovado, artes de capas mais atrativas vendem mais discos.
Se você tem uma banda e não se preocupa com isso, deveria.

Não é à toa que grandes artistas se destacaram tanto mundialmente como Gustavo Sazes, Marcelo Vasco, Andreas Marshall, Colin Marks, Caio Caldas, Carlos Fides, etc.

Mas vocês notaram que 90% das capas de bandas de Melodic e Power Metal atuais parecem todas a mesma? É simples, a maioria está sendo feita pelo mesmo cara: o colombiano Felipe Machado Franco. E a arte dele é ruim? Pelo contrário, é maravilhosa. Não seria escolhida por tantas bandas se não fosse tão boa, óbvio. O problema não é esse. O incômodo fica por conta da mesmice, pela quantidade exacerbada de bandas do mesmo segmento optando por esse estilo. Ele também não traz nada de novo, é a quase sempre mesma coisa, previsível: fundo colorido esfumaçado com algum ser centralizado e um ponto de luz.

O que deveria ser atrativo aos olhos, acaba afastando, trazendo o inevitável pensamento: “olha lá, mais uma daquelas bandas...”

Tem tanto artista bom trabalhando com tanta técnica diferente, que não consigo entender o motivo de tanta banda escolher a mesma pessoa. É um ciclo vicioso e perigoso para o próprio mercado.
Para se destacar hoje em dia, não basta ser somente bom, tem que ser diferente.

No fim, repito a pergunta: mas será que alguém liga para isso?

Concorda? Discorda? Opine!

Para quem quiser conhecer mais do trabalho do artista acesse: http://finalfrontier.thunderblast.net/covers2007.html










sexta-feira, 24 de abril de 2015

Optical Faze: Banda comemora 15 anos de carreira e lança música nova!


A banda brasiliense Optical Faze está comemorando 15 anos de existência! O presente para os fãs vem através de dois lançamentos muito especiais: o lyric vídeo para uma música inédita chamada “Svbstance”, e o primeiro DVD da carreira, que já foi para a fábrica e em breve mais informações serão reveladas!

“Svbstance” foi produzida pela própria banda, gravada no Casebre Produções Musicais, em Goiânia, e mixada pelo renomado Rhys Fülber (produziu bandas como Paradise Lost e Fear Factory), em Los Angeles.

Confiram o vídeo: 


Para ficar por dentro de tudo o que acontece com a banda e ter acesso ao conteúdo exclusivo e em primeira mão, acesse os sites oficiais da banda:

domingo, 19 de abril de 2015

Review: Crucifixion BR – Destroying The Fucking Disciples Of Christ


Por Pedro Humangous

Não tem jeito, o brasileiro gosta mesmo é de Metal mais extremo. A maioria das novas bandas caminha por esse lado (principalmente no Nordeste do país), e as antigas permanecem fiéis ao estilo – seja ele qual vertente for. Meu primeiro contato com o Crucifixion BR foi através do EP “War Against Christian Souls”, quando a banda já davas passos firmes em direção ao seu primeiro disco completo. Quase vinte anos desde a sua formação (1996), finalmente é lançado “Destroying The Fucking Disciples Of Christ”, o primeiro álbum da carreira. O grupo gaúcho é formado por Juliana Novo “Darkmoon” (bateria) e Márcio Guterres “Lord Grave War” (vocais, guitarras e baixo), e apresentam um Black Metal ríspido, veloz e agressivo, cheio de blasfêmias explícitas em suas letras. As músicas são violência pura, com a base no Black Metal Tradicional, puxado pro Raw, com alguns toques de Thrash e Death Metal também, lembrando bastante os primórdios do estilo. A gravação fez questão de deixar tudo bem seco e reto, misturando a modernidade com a pegada latente do old school. O resultado final é satisfatório e bem típico do estilo, porém, em alguns momentos há uma falta de balanço e o som acaba embolando, as guitarras ficaram um pouco abafadas, principalmente com o vocal mais alto na mixagem – mas com o tempo você acaba se acostumando. As composições são bem variadas, com mudanças de passagens e inclusões de partes acústicas e atmosféricas no violão, bem interessantes por sinal. Na arte da capa existem partes bem bonitas e outras montagens que ficaram um pouco deslocadas, no geral acabou ficando com informação em excesso. Existem bons momentos durante a audição, principalmente nos riffs apocalípticos das guitarras, lembrando uma mistura de Slayer com Black Sabbath (ouça “Slaves Of Christ” e comprove). Os vocais do Márcio são muito bons, agressivos e agudos na medida certa, ganhando pontos extras pelas variações ao longo das músicas. O Crucifixion BR é uma boa banda, tem bons elementos e técnica suficiente para dar bons frutos, mas acredito que a produção do trabalho não tenha ajudado no resultado final. Se você curte Black Metal e valoriza o Metal Nacional, vale conferir e tirar suas próprias conclusões. Potencial eles têm de sobra, ficarei de olho na banda daqui pra frente. Nota: 7,0


Track List:
01. War Against Christian Souls 
02. Crucifixion 
03. Eternal Judgement 
04. Dead Generations 
05. End of a Life 
06. Apocalyptic Sentence 
07. Slaves of Christ 
08. Future Memories of a Hell 
09. In the Shadows of Obscurity 
10. I’m Dead 
11. Soul’s Rupture 
12. Destroying the Fucking Disciples of Christ 
13. Schizo (Venom Tribute)

Contatos: 

Gravadora:
Shinigami Records

sábado, 18 de abril de 2015

Review: Panzer – Louder Day After Day (Live Panzer Experience)


Por Pedro Humangous

Após 10 anos parados, o Panzer retornou com força total, esbanjando garra, talento e profissionalismo através de ótimos lançamentos. Após o muito bem recebido “Honor”, o grupo nos brinda com um registro em áudio e vídeo (DVD + CD) apresentando um apanhado geral de sua ótima carreira. A captação das imagens e do som ficou incrível, apesar de simples esteticamente (com poucas câmeras e sem efeito algum), o recado foi muito bem dado e o foco principal fica nas músicas em si e na apresentação infernal dos caras! Rafinha (vocalista) agita sem parar e empolga os presentes com seu vocal cavernoso e urrado. Rafael DM (baixista) é outro “doente” que se apresenta de forma exemplar, andando de um lado para o outro e visivelmente se divertindo enquanto toca! Edson (bateria) e André (guitarras) já ficam mais compenetrados e focados na técnica absurda que dedicam às composições. O show conta com 14 músicas que englobam todos os lançamentos do grupo até o momento – com foco principal no último disco – e destilam o veneno através de um Thrash Metal repleto de Groove e com doses extras de Stoner. O material foi captado em abril do ano passado no estúdio Espaço Som e contou com um público discreto, mas fiel. No meio do set list, o vocalista da banda Woslom, Silvano Aguilera, é convidado a subir no palco e cantar a faixa “Savior”, o resultado não podia ter sido outro: animal! O DVD vem no formato Paper Sleeve, bem bacana. Nos extras temos alguns videoclipes (com destaque para animação feita para a música “Alma Escancarada”) e algumas fotos. No CD que acompanha esse lançamento, além de ter todas as músicas do show, ainda conta com 3 faixas bônus do EP “Brazilian Threat”, ou seja, pacote completo para os fãs! É o Metal brasileiro mostrando sua força e não deixando a desejar em absolutamente nada em relação ao que é feito lá fora. Valorize nossas bandas, adquira o material original e compareça nos shows, o Panzer definitivamente merece! Nota: 8,0


DVD: 
01. Speedy 
02. Affliction 
03. Red Days 
04. The Morning After 
05. The Last Man On Earth 
06. Heretic 
07. Intruders 
08. Savior 
09. I Wanna Make You Pay 
10. Burden of Proof 
11. Victim of Choices 
12. Rejected 
13. N.S.A. 
14. Rising 

CD: 
01. Speedy 
02. Affliction 
03. Red Days 
04. The Morning After 
05. The Last Man On Earth 
06. Heretic 
07. Intruders 
08. Savior 
09. I Wanna Make You Pay 
10. Burden of Proof 
11. Victim of Choices 
12. Rejected 
13. N.S.A. 
14. Rising 
* 15. Burden of Proof 
* 16. Red Days 
* 17. Hastening to Death 
* * EP "Brazilian Threat" 

Formação: 
Rafinha Moreira – Vocais 
André Pars – Guitarras 
Rafael DM – Baixo, backing vocals 
Edson Graseffi – Bateria 

Contatos:

Gravadora: 
Shinigami Records

O Metalcore não chegou no Brasil?


Ao ver como algumas importantes bandas desse estilo simplesmente foram ignoradas pelo público brasileiro, é essa a sensação que tenho: será que o Metalcore (aquele tipicamente americano) não chegou no Brasil? A "moda" já chegou e já foi embora dos Estados Unidos e os principais grupos daquela época ou evoluíram seu som ou simplesmente não existem mais. Percebi que tudo que leva o nome "Core" é mal visto pela maioria dos bangers brasileiros. Talvez seja algo cultural mesmo, talvez o estilo predominante em nossas terras seja o Thrash Metal (pela influência do Sepultura) ou quem sabe o Metal Melódico (por ser mais fácil de assimilar e pela influência do Angra). Algumas gravadoras nacionais se arriscaram no mercado trazendo discos importantes de algumas bandas do Metalcore e confesso que não sei se as vendas foram muito boas, não vejo o público comentando sobre o God Forbid, o Chimaira, o Unearth ou quem sabe o Shadows Fall. Trabalho na cena musical há pelo menos seis anos e pude perceber esse "descaso" da maioria em relação ao estilo. Alguém comentou algo sobre o excelente lançamento do The Acacia Strain? Viu por ai alguma resenha ou entrevista do Miss May I? Os grupos que mais se destacaram nesse cenário foram Trivium, As I Lay Dying, Lamb Of God e Killswitch Engage.

Recentemente estive ouvindo bastante o disco "Constitution Of Treason" do God Forbid e o "Resurrection" do Chimaira e vou te dizer uma coisa, que álbuns fantásticos! Deixo abaixo um vídeo de cada na esperança de que algo mude na mentalidade e na realidade do Metal vivido por aqui. Stay Core!


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Review: Necromesis – The Poet’s Paradox

(Gravadora: Shinigami Records)

Por Pedro Humangous

Quem nunca leu ou falou Necronemesis quando ouviu falar dessa banda? No começo era uma confusão só, mas agora, com um nome firmado no cenário underground nacional, a banda formada por Mayara Puertas (vocais), Daniel Curtolo (guitarras e vocais), Gustavo Marabiza (baixo) e Gil Oliveira (bateria) já está bem conhecida e duvido que errem o nome da banda daqui pra frente! Acompanho o grupo desde sua formação e foi bem interessante ver sua evolução, culminando no lançamento de “The Poet’s Paradox”, o primeiro disco da carreira. Quando anunciaram que o mestre Mark Riddick (que fez as capas de bandas como Arsis, Autopsy, Dying Fetus, etc), fiquei super animado – gosto de ver quando as bandas realmente investem em profissionais renomados. Porém, preciso dizer que esperava mais da arte do Riddick... não que tenha fica ruim, mas por tudo o que ele já fez, achei essa arte mediana. Quando se fala em banda de Metal extremo e com vocalista feminina que canta gutural, todos já pensam que se trata de mais um Arch Enemy. Se esse foi seu caso, esqueça, o som aqui é muito mais extremo e bem menos melódico que o do grupo sueco. O Necromesis aposta em um Death Metal mais técnico, mais visceral e reto, lembrando algo de Aborted, Torture Squad e Krisiun. A Mayara tem um vocal potente, cavernoso e imponente, mais puxado pro gutural aberto. Muito das vocalizações são dobradas, contando com um gutural mais fechado, cantado pelo também guitarrista Daniel. As composições são todas intensas, com constantes trocas de ritmo, compassos quebrados e muita criatividade. As letras também abordam temas bastante interessantes e inteligentes, agregando bastante ao som. O grupo estava realmente inspirado ao criar esse álbum, músicas longas e intricadas estão por toda parte – o que faz com que a digestão do disco não seja tão fácil nas primeiras audições. O fio condutor desse trabalho definitivamente são as guitarras, seguidas de perto pelo baixo estalado e pela bateria insana. A produção e qualidade de gravação deixaram um pouco a desejar, faltou equilíbrio na mixagem, o som ficou um pouco áspero e em alguns momentos confusos demais com tanta informação. Outro ponto a ser mencionado foi a ausência de refrãos mais grudentos, que façam com que cantemos junto com a banda. Vale destacar as participações especiais de Fernanda Lima (Nervosa) em "Self Condemnation", Paolo Bruno (Desdominus/Thy Light) em "The Omission Of Living", Vitor Rodrigues (Voodoopriest) em "The Last Stage Of The Mind", e Marcel Briani (In Soulitary) em “The Last Stage Of The Mind" e "Final Truth". No geral, esse é um belo pontapé inicial e mostra uma banda com enorme potencial no cenário brasileiro e que pode chegar bem longe em pouco tempo! Vale conferir e ficar de olho neles! Nota: 8,0


Track List:
1- End Of The Cloistered 
2- Desocial Inclusion 
3- Self Condemnation 
4- Evolving A Paradox 
5- The Life Is Dead 
6- Awake 
7- Condemned By Themselves 
8- The Omission Of Living 
9- Indifferent Echoes Of Sensitivity 
10- Final Truth 
11- The Last Stage Of A Mind

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Review: U.D.O - Decadent


Por Pedro Humangous

Posso confessar uma coisa? Gosto quando grandes bandas se separam. A banda se reformula e faz de tudo pra trazer um novo disco matador. Já o integrante que saiu, monta um novo grupo monstruoso pra mostrar ao mundo que sua nova banda é melhor que a anterior. E quem ganha com isso somos nós, os fãs, que ficamos com duas bandas sensacionais pra curtir! Já não é novidade nenhuma que o vocalista Udo deixou o Accept para seguir sua carreira solo, certo? Se você é um navegante de primeira viagem, peço desculpas pelo "spoiler". O Accept vai muito bem, obrigado, e o Udo continua voando baixo na excepcional discografia que leva seu próprio nome. Se ele fosse um diretor de arte, certamente seria um dos piores profissionais do ramo, suas capas estão entre as mais feias, sem exceção. Ainda bem que o que realmente importa é o som que o baixinho alemão faz, isso sim merece respeito! "Decadent" é o décimo quinto registro, trazendo doze composições do bom e velho Metal Tradicional! É de encher os olhos e fazer sangrar os ouvidos com tamanha ferocidade e impacto criados com exímio, técnica e experiência. A verdade é que esse disco é notoriamente um dos mais modernos de sua carreira, seja no timbre ou na construção dos riffs de guitarra, a sonoridade mescla a nova e a velha escola do Metal. A produção fez questão de dar esse ar mais modernoso às composições, injetando doses extras de energia e agressividade, dando mais vida ao álbum e o tornando extremamente empolgante. “Speeder”, faixa que abre o disco, e “Mystery” são realmente bem diferentes, mas não menos interessantes, acho que deram uma renovada necessária no som tradicional/germânico do grupo. Mas os fãs não precisam se preocupar, obviamente aquela característica está mantida e segura em faixas como “House Of Fake”, “Under Your Skin” e “Rebels Of The Night”. Na contracapa do CD não mostra, mas a versão brasileira – lançada pela Shinigami Records – ainda conta com duas faixas bônus, a pesadíssima “Let Me Out” e a longa, épica e cadenciada “Shadows Eyes”, ambas excelentes adições ao material. Pra quem achava que o Udo estava decadente, esse trabalho mostra justamente o contrário! Altamente indicado, compre sem medo! Nota: 8,0


Track List:
01. Speeder 
02. Decadent 
03. House of Fake 
04. Mystery 
05. Pain 
06. Secrets in Paradise 
07. Meaning of Life 
08. Breathless 
10. Under Your Skin 
11. Untouchable 
13. Rebels of the Night 
14. Words in Flame 

Formação:
Udo Dirkschneider – Vocais 
Kasperi Heikkinen – Guitarras 
Andrey Smirnov – Guitarras 
Fitty Wienhold – Baixo 
Francesco Jovino – Bateria 

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sexta-feira, 6 de março de 2015

Review: Grimriot – Under Red Stars


Por Pedro Humangous

Sem introduções, sem frescuras, “Under Red Stars” já começa com tudo, mostrando seu verdadeiro poder de fogo! O Grimriot é uma banda de Porto Alegre/RS, formada por Guilherme Acauan (vocais), Brunno Tripovichy (guitarras), Keith Eberhardt (guitarras), Lucas “White” Schwartz (baixo) e Rafael Kniest (bateria), e apresenta um som bastante variado, moderno e empolgante. As guitarras, bastante melódicas e com um timbre bem interessante, são os fios condutores desse disco cheio de energia. O baixo e a bateria também se mostram bem presentes, com linhas inteligentes e precisas, preenchendo todo e qualquer espaço, não deixando brechas. Os vocais dão um show pela variação constante, gritado, urrado, limpo, gutural, enfim, temos de tudo um pouco, deixando as composições ainda mais fortes e diversificadas – me lembrou um pouco o estilo dos brasileiros da banda Threat e foi impossível não pensar em Soilwork e 36 Crazyfists. A gravação está excelente, límpida, mas extremamente pesada – créditos para a produção de Henrique Fioravanti (que também ficou responsável pela mixagem e masterização) e Brunno Tripovichy. É impossível tentar rotular o som que fazem, é Metal e ponto final. A banda se utiliza de várias influências e cria algo próprio, atual e de qualidade. As músicas que mais se sobressaem são as mais velozes e pesadas como as incríveis “The Last Chance” e “Break The Rules” – essa última é uma das melhores do álbum, misturando bastante Groove e Hardcore! As participações especiais de Tiago Masseti (Daydream XI) nos vocais e Renato Osorio (Hibria) nos solos deixou a música “Bring it On” simplesmente soberba! A maravilhosa arte da capa (feita por Carlos Fides) deixou tudo ainda mais profissional e impactante, combinando muito bem com a proposta sonora da banda. Gostei de tudo aqui, da ousadia no som, da identidade visual e do que ainda podem oferecer! Guardem esse nome! Nota: 9,0


Tracklist:
The Last Chance
Revolt
Believe Me
Scars
Break The Rules
By Myself
Pressure
Bring It On
Under Red Stars
Heart Of Darkness
More Than Just A Man
Mind Your Own

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terça-feira, 3 de março de 2015

Soulspell: Arte da capa revelada!



A espera finalmente acabou! A Metal Opera brasileira Soulspell apresenta seu novo álbum, "The Second Big Bang! A arte da capa foi revelada essa semana e foi feita por Andreas Marshall - que já trabalhou com bandas como Blind Guardian, Hammerfall, Dimmu Borgir, entre tantas outras. Mais informações em breve na página da banda: www.facebook.com/soulspellmetalopera